Mesmo com intensidade de chuvas, municípios da Cantu estão abaixo da média

Excetuado por Ponta Grossa, o restante das cidades ainda estão há menos de 100 milímetros de atingir a normalidade histórica, segundo Simepar

Excetuado por Ponta Grossa, o restante dos municípios da região ainda estão distantes da média história de chuvas para mês. O  levantamento, divulgado nesta segunda-feira (17), foi realizado pelo Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) e considera os primeiros 16 dias de janeiro.

As chuvas voltaram a ganhar intensidade no Paraná em janeiro de 2022, mas, até o momento, poucas cidades estão há menos de 100 milímetros (mm) de atingir a média esperada. Ponta Grossa atingiu 121,4 mm, faltando 41,3 mm para atingir o ideal (162,3), Pinhão apenas 52,8 – faltando 116 mm -, e Laranjeiras do Sul, que possui a média de 269,2, só alcançou 54,6.

Rodízio

A falta de chuvas regulares, as temperaturas mais elevadas e o consequente aumento no consumo de água culminam por interferir no abastecimento de água em algumas regiões do Estado. Em 2021, o país viveu a pior seca em 91 anos e o Paraná tem sido afetado pela crise hídrica desde 2020, quando os reservatórios atingiram níveis mínimos históricos. O estado está sob Decreto de Emergência em todo o seu território devido à estiagem.

Cidades com situação crítica de abastecimento também estão com rodízio, como Laranjeiras do Sul – que ocorrerá até o final deste mês – e em Dois Vizinhos, no Sudoeste, com a situação mais crítica de todo Paraná, teve uma redução de chuvas de mais de 40%, exigindo que fosse aplicado o fornecimento de água de forma escalonada desde o dia 17 de dezembro do ano passado.

Outras regiões

Pinhais e Guarapuava são, de todo Estado, as mais próximas da média. A região que mais concentrou chuvas foi Guaratuba, com 307 mm até o momento, restando 44,3 mm para a média (351,3 mm). É quase o dobro de precipitações das cidades que também registram chuvas em alta: Pinhais (174,2 mm), Paranaguá (161,8 mm), Guarapuava (161 mm) e Antonina (158 mm).

Os principais déficits são em Foz do Iguaçu (Oeste), restando 275,3 mm (apenas 34,4 mm, contra 309,3 mm de média); Campo Mourão (Noroeste), restando 256,6 mm (apenas 40 mm em janeiro, contra 296,6 mm de média); e Altônia (Noroeste), restando 227,7 mm (53 mm em 2022, contra 280 mm de média).

Confira o levantamento divulgado pelo Simepar:

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