Quatro rotinas diárias para ser mais feliz e resiliente

Existem alguns hábitos para construir sua força mental e resiliência, colaborando para o bem-estar

Questionamentos de “como ser feliz” ou “como ser resiliente” são comuns em pesquisas na internet. A palavra “resiliência”, em especial, passou a ser frequente em discursos de empresários, governo e outras lideranças. No entanto, seu significado não necessariamente remete a algo heroico.
É preciso ressignificar esse termo e a experiência que ele representa, pois ao pensar em construir a resiliência, temos de reconhecer que ela pode significar descanso, vulnerabilidade e processamento de emoções, para que seja mais fácil navegar em uma situação estressante.

Existem alguns hábitos para construir sua força mental e resiliência, colaborando para o bem-estar. Confira-as:

Faça um check-in de cinco minutos todas as manhãs
Geralmente, só nos damos conta de que não estamos totalmente bem quando chegamos ao esgotamento. No entanto, algumas perguntas diárias, logo de manhã, podem ajudar a identificar problemas, antes de ser tarde demais:

•Como eu me sinto?

•Do que eu preciso hoje?

•Como eu quero que o dia termine?

Sentar-se em silêncio e pensar nessas perguntas pode ajudá-lo a processar emoções negativas e descobrir quaisquer ajustes que você precise fazer em sua agenda para evitar o estresse, seja uma corrida, um pedido de comida ou uma atividade diferente de autocuidado.

Crie micro momentos de felicidade

Nossos cérebros são programados para procurar o perigo, dando peso às emoções negativas. Dessa forma, a saída recomendada pela psiquiatra Samantha Boardman é buscar por micro momentos de alegria, como buscar pessoas queridas ou fazer algo que te deixe feliz, como ouvir sua música favorita.

Uma conexão significativa ou uma atividade edificante aumenta nossa resiliência, agindo como um amortecedor contra estresse.

Reveja sua vida tecnológica

Sair totalmente da internet não é uma ideia viável em 2022. No entanto, é recomendável que se avalie o grau de comprometimento com redes sociais. Existem páginas ou pessoas tóxicos na sua timeline? Como diz a especialista em organização Marie Kondo: se algo não te desperta algum nível de alegria, se te faz se sentir mal, silencie ou limite o tempo que você gasta com isso. De acordo com Boardman, fora do trabalho, o tempo ideal para se passar online é de até duas horas por dia.

•Estabeleça limites

É você quem deve definir o que entra ou não na sua vida. Dessa forma, definir limites demanda uma habilidade crítica para decidir o que vale a pena ou não ter por perto. Discutir seus limites pode parecer desconfortável no começo, mas dizer o que sente e aprender a dizer “não” pode significar que você não está desperdiçando sua “energia finita” em coisas que são ruins para sua saúde mental.

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